Novidades- O Jogo da Transformação e o Espírito Cooperativo

 



por Paula de Pinho Falção**

Recentemente eu vi a seguinte frase em um bottom: "Você tem que conseguir por si mesmo, mas não vai conseguir sozinho!" Achei a frase genial, é uma realidade da vida que não podemos ignorar.

Jogo da Transformação demonstra isso perfeitamente. Em primeiro lugar, é um jogo cooperativo, ou seja, não existe competição nem vencedor. Cada jogador joga no eu próprio caminho da vida cada um tem seu propó ito e vive um processo diferente.

Porém, muitas das jogadas são feitas em grupo: emo insights e bloqueios de grupo, onde um jogador é o oco daquela carta, mas a "carapuça" serve para todo. Temo­também as jogadas que tomam necessária a interação e tre os jogadores, como a apreciação, onde aprendemo- a apreciar e sermos apreciados, e o serviço, onde servimos e somos servidos. 

O Jogo também apresenta situações de onde só conseguimos sair com a ajuda dos outros, como quando não estamos conseguindo consciência para trabalhar um bloqueio e alguém nos "dá" essa consciência, ou quando um milagre acontece e todas as dores de todos os jogadores são limpas imediatamente.

Mas o mais importante é o clima de cooperação e cumplicidade que se forma entre os participantes, cada um trabalhando seu próprio propósito e ao mesmo tempo tentando ajudar no propósito dos outros. Algumas vezes eu preciso "cortar" um pouco alguns jogadores mais afoitos, que já têm a solução pronta para a vida do vizinho! Mas esse compartilhar é muito importante, e como alivia às vezes, quando ouvimos alguém dizer que já passou por isso e entende como nos sentimos.

Talvez este seja um dos ensinamentos mais importantes da vida (e do Jogo também): percebermos que temos que temos de viver a nossa própria vida, ninguém pode fazer isso por nós, e que não podemos viver a vida dos outros. Aprendermos a ser auto-suficientes, porém com a humildade de perceber quando pedir ajuda. Estarmos sempre prontos a dar uma ajuda verdadeira para alguém. E por último, mas não menos importante, sabermos o limite de quanto pedir e o quanto ajudar. Tudo isso sem cobranças.

Isso acontece durante O jogo de uma maneira fácil e natural. Na minha opinião pessoal isso prova que o ser humano é essencialmente cooperativo, que a nossa tendência é ajudar aos outros e a nós mesmos. E é muito, muito bonito ver pessoas que pouco tiveram isso na vida perceberem que assim funciona, e que se aplicarem essas atitudes simples na vida diária podem ser e tomar os outros mais felizes.

________________

(*) Artigo pubicado na revista Integrare

(**)Psicoterpeuta, Facilitadora do Jogo da Transformação credenciada pela Innerlinks